Farcry: o mais novo clássico ultra-mega-cósmico-epidêmico-fodido do universo
Gráficos perfeitos? Pouco.
Farcry é o motivo pelo qual tenho ficado mais tempo do que o normal para postar por aqui. Antes de eu conhece-lo, costumava dizer que Need For Speed: Underground era o jogo com os melhores gráficos que já tinha visto, mas clique nas imagens abaixo e veja com teus próprios olhos:








Apesar de eu ter escolhido, na maioria, screenshots dos cenários abertos, há muitas fases no interiores de cavernas, bases, navios enferrujados da segunda guerra mundial, galpões. Como dá para se perceber, o dia vai passando e é ótimo ir notando o sol se pondo até chegar a noite. Momento em que começam a aparecer os monstros.
A história é a seguinte: Ao contrário da maioria de jogos de tiro em primeira pessoa que há no mercado em que ficam emulando a 2ª guerra ou do golfo ou seja lá o que for, Farcry possui uma história própria, que apesar de nada original, é deveras agradável para entreter ainda mais no jogo.
Tu representas Jack, um ex-fuzileiro que aceitou transportar uma impetuosa jornalista chamada Valerie à uma ilha paradisíaca, ao lá chegarem são recepcionados por uma bomba que destrói a lancha e que fora disparada por mercenários habitantes da ilha.
Ao acordar, tu estás um tanto desorientado e desarmado, mas nada que um pouco de habilidade e cautela não resolvam.
Sim, uma das coisas que mais me agradou neste jogo, foi o detalhe dele conseguir equilibrar magistralmente os momentos, ora tu deves agir como um Rambo atirando com uma metralhadora em dezenas de inimigos ao redor e ora deves agir como um verdadeiro ninja, rastejando e esgueirando-se pelas sombras para não ser percebido, contando até mesmo com uma pedra para distrair os otários, no melhor estilo Obe Wan-Kenobi, ou Metal Gear Solid.
Ah sim, eu mencionei monstros não é? Bem, parece que os mercenários foram contratados para garantir a segurança de cientistas inescrupolosos que estão desenvolvendo o perfeito soldado. No princípio eles utilizavam macacos como matéria-prima, mas já que a ilha está repleta de mercenários, por que não utiliza-los? Eis que surgem monstrengos atiradores de mísseis ou portanto metralhadoras embutidas no próprio braço, em clara homenagem ao DOOM.
Quanto à Inteligência Artificial, devo expor que ela é melhor que qualquer outra já vista superando até mesmo a incrível I.A. do Unreal 2004,, aqui os inimigos escondem-se ao avistar-te, dividem-se e atacam pelos flancos, agacham-se para não fazerem barulhos, atacam com surpresa e acuridade inacreditáveis, enfim, inimigos à altura e não simples bots automáticos.
Veículos, armas fixas, vários outros equipamentos são encontrados para serem utilizados. Por derradeiro, chamo a atenção para a física, similar à que se percebe no demo do Half-Life 2, os objetos realmente estão lá e podem ser movidos, caixas podem ser empurradas, tonéis podem rolar morro abaixo, extintores de incêndio e demais invólucros podem explodir caso um tiro acerte. Diverti-me por vários minutos com meu facão ao acertar em um inimigo caido, cada golpe que eu acertava, dependendo do local de impacto movia o corpo dele de maneira diferente.
Sensacional, definiu o novo estágio dos jogos de 1ª pessoa.
















